Dez pessoas morreram e 18 ficaram feridas após um ônibus clandestino tombar em um trecho da BR-251, na madrugada desta segunda-feira (19). O coletivo seguia para Euclides da Cunha, no nordeste do estado. Segundo O Globo, o acidente ocorreu por volta das 4h10, na altura da cidade de Salinas, no Norte de Minas Gerais. Havia 27 passageiros no momento do acidente. Duas crianças estão entre os mortos. Os feridos foram levados para o Hospital de Salinas por ambulâncias do Samu. Já os que não tiveram ferimentos foram encaminhados para a Polícia Civil de Salinas. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo, com placa de São Paulo, saiu da pista e tombou na via. O motorista do ônibus não se apresentou aos agentes da PRF.

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Foto: Reprodução / Codevasf

A Bahia agora é a primeira produtora de bananas do país. Segundo a última medição do IBGE, o município de Bom Jesus da Lapa, no oeste do estado, produziu 171 mil toneladas de banana em 2015, o que aumentaram a colheita do estado.

A produção é 32% maior do que a auferida em 2012, quando o estado era o quarto produtor nacional do fruto.

Conforme o programa Bahia Rural, da TV Bahia, os dados de 2016 ainda não foram computados.

Um dos fatores que alavancaram a safra foram investimentos em infraestrutura, como a recuperação de estradas internas, e adoção de equipamentos modernos no projeto Formoso, em Bom Jesus da Lapa.

BN


A descoberta de uma gigante jazida de Ametista no povoado de Quixaba, em Sento Sé, na região norte da Bahia tem atraído milhares de pessoas de todo, todos em busca de dinheiro, é claro! o bem mais precioso para muitos.

Ragesh é como ele se apresenta aos que operam para ele. Mas todos na mina recém-descoberta em Sento Sé e nas ruas da cidade o conhecem pelo apelido de “Indiano”.

Nas primeiras semanas que se seguiram à descoberta da jazida no povoado de Quixaba, o Indiano se deslocou para lá, entrincheirou-se no quarto do Hotel da Geralda, na praça central do município, e montou um escritório informal para negociar centenas de quilos de ametista. Pessoas como Ragesh atuam no mercado clandestino de pedras preciosas como contrabandista e se articulam em uma rede que inclui ainda atravessadores e compradores.

Nos dias 17 e 18 de maio, quando O CORREIO visitou a “Serra Pelada da Bahia”, era o Indiano quem concentrava as atenções dos vendedores de pedras. Magro, estatura mediana e 40 anos aparentes, Ragesh é um sujeito discreto. Fala muito pouco e quase nunca atende alguém em pessoa. Um colaborador, de prenome Pedro, fluente em hindi, é quem serve de ponte nas negociações. Raramente é visto fora do quarto do hotel e só come a própria comida, trazida por ele na bagagem.

Quando sai do quarto, vai no máximo ao restaurante em frente, onde pede sempre a mesma coisa: coca-cola e batata frita. Sua meta na cidade não é fazer amigos nem ganhar a simpatia dos moradores de Sento Sé. No tipo de negócio em que trabalha, popularidade e proximidade demais trazem riscos altos. Até o nome – Ragesh – tem grande possibilidade de não ser verdadeiro. Ele foi para lá apenas comprar pedras. Só as de qualidade.

Para pequenos lotes, de até R$ 10 mil, o pagamento é feito em dinheiro. Valores maiores são repassados por meio de transferência eletrônica, direto para a conta. Característica dos indianos, a habilidade para negociar de Ragesh é apontada pelos que comercializam ametista para ele. Primeiro, oferece uma quantia. Nem um centavo a mais. Caso não seja aceita, tudo bem. Caso o vendedor retorne depois, disposto a aceitar a soma anterior, a oferta cai invariavelmente em cerca de 20%.

Mercadores
Em geral, os atravessadores, também chamados de pedristas, são ex-garimpeiros da região que subiram na cadeia. Negociam quantidades menores e costumam adquirir lotes diretamente no garimpo para revender aos compradores. Já estes são empresários ou autônomos com maior poder financeiro, quase sempre vindos de estados ou cidades baianas com tradição em pedras preciosas. Especialmente, diamantes, esmeraldas, ametistas e rutilo.

Na parte mais baixa da cadeia, estão os garimpeiros. Cada quilo de ametista bruta vendido por eles custam entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil. A variação depende da qualidade da pedra. Leva-se em conta a intensidade de cor, limpidez e formato da pedra. O chamado “pião”, cuja ponta forma um hexagono perfeito, são as prediletas.

Nas mãos dos atravessadores, o quilo pode ser repassado de R$ 4 mil a R$ 8 mil. Já os compradores revendem para contrabandistas internacionais ou empresas legais no segmento de gemas por o dobro ou o triplo do valor que pagaram. Aos “quijilas”, que classificam as pedras no garimpo de acordo com a categoria, sobram os produtos de valor baixo, destinados aos artesãos.

Há compradores e atravessadores que também abriram o próprio serviço de extração no povoado de Quixaba. É o caso de Procópio da Silva Reis Filho, vereador de Pindobaçu pelo PCdoB. Poroca, como é mais conhecido, demarcou seu buraco no topo da mina e, junto com garimpeiros que trabalhavam com ele nas jazidas de esmeralda da Serra das Carnaíbas, começou a retirar lotes grandes de ametista.

“Achei um bom corte (veio, no jargão do garimpo), considerado atualmente um dos mais produtivos e de boa qualidade daqui de Quixaba. Um quilo vendido por mim para grandes compradores sai de R$ 8 mil a R$ 10 mil”, afirma Poroca. Ao lado dele, está o buraco de Hélio da Batateira, garimpeiro que já conseguiu lucrar cerca de R$ 500 mil com a extração de ametistas.

Exterior
Na turma de grandes compradores que desembarcaram em Sento Sé, facilmente reconhecidos pelas picapes luxuosas com tração 4×4, estão Hugo e Gleidson. Ambos só aceitaram conversar com a reportagem após negociar duas condições: nada de fotos ou de nomes completos.

O primeiro, natural de Campo Formoso, costuma vender diretamente para estrangeiros. Também leva pedras para fora do Brasil. Sobretudo, para Bangkok, na Tailândia, considerada a capital mundial das gemas lapidadas que circulam no mercado clandestino. O segundo, um ex-lapidário de Goiás, movimenta grandes lotes de pedras para negociantes de Minas Gerais ou contrabandistas da Índia, China e Japão.

Tanto Minas quanto esses três países absorvem grande parte da produção do Brasil. Em Sento Sé, além de indianos, já chegaram chineses e japoneses, que preferem comprar no garimpo, guardam as pedras em fazendas e andam sempre com seguranças. Basicamente, policiais da região.

Cada contrabandista tem um mecanismo próprio de levar as pedras para o exterior. Chineses e japoneses usam o artifício da carga embarcada, em articulação com exportadores de frutas que trocaram seus países de origem pelo Vale do São Francisco.

As pedras são armazenadas em caminhões de manga ou uva, sempre com nota fiscal de valor baixo. Daí, a carga é embarcada nos navios dentro de contêineres. Já os indianos são mais silenciosos. “Eles não dizem, ninguém conhece quem são os caras que carregam as pedras para eles”, diz Gleidson. Tudo ao arrepio da lei.
Fonte: Correio da Bahia.


Foto: Reprodução

O Governo do Estado anunciou, na manhã desta quarta-feira (31), novos investimentos para o fortalecimento da agricultura familiar baiana, por meio do programa Bahia Mais Forte, executado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). O evento aconteceu no auditório da União dos Municípios da Bahia (UPB), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

Prefeitos dos municípios baianos também participaram assinando o Termo de Adesão ao Garantia-Safra junto ao Governo do Estado, de agricultores familiares e representantes dos movimentos sociais. De acorso com a Secretaria de Comunicação da Bahia (Secom), serão disponibilizados R$ 70 milhões em projetos que visam a inclusão socioprodutiva, geração de trabalho e renda, e o seguro Garantia-Safra, programa que garante renda mínima para famílias que perderem a lavoura por estiagem ou excesso de chuva.

Para ampliar a regularização fundiária urbana e suburbana nos municípios, foram assinados protocolos de intenções com prefeituras municipais, por meio do projeto Terra Legal, executado pela Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA/SDR), em parceria com a Federação de Consórcios da Bahia (FECBAHIA) e a União dos Municípios da Bahia (UPB). Para o Garantia-Safra, o Estado vai investir R$ 47 milhões, com recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Funcep), e o número de famílias de agricultores beneficiados pode chegar a 345 mil.


Foto: Divulgação

A Companhia de Policiamento Especializado Central (Cipe/Central) festeja esse mês de maio, não só o primeiro ano de atividade, mas também o alto índice de produtividade no ranking de avaliação entre as 11 unidades de todo estado. Sediada em Jequié, no centro sul da Bahia, a companhia cobre 50 municípios das regiões Médio Rio de Contas, Recôncavo, Vale do Jiquiriçá e Piemonte do Paraguaçu.

A unidade se destaca, principalmente, no combate ao crime organizado contra instituições financeiras (assaltos a bancos, invasões de Terminal de Autoatendimento e demais), ficando em primeiro lugar na classificação, dentre outras Companhias, desde o segundo semestre de 2016. As ações – concentradas sobretudo nas zonas rurais das pequenas cidades – visam mapear as áreas que podem ser utilizadas pelos criminosos como base de apoio logístico ou rota de fuga para as quadrilhas, bem como dar cobertura para os colegas que fazem o policiamento rotineiro dos municípios.

De acordo com informações da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública (Ascom/SSP), os policiais da unidade retiraram de circulação 48 armas de fogo em situação ilegal, além de apreenderem maconha, cocaína e crack só no primeiro trimestre de 2017. Nesse período também foram abordadas quase 14 mil pessoas, 102 presas em flagrante delito, cerca de 5 mil veículos (motocicletas e carros) e 698 estabelecimentos comerciais.

No comando da Cipe/Central, o major PM Fábio Rodrigo de Melo Oliveira assegura que coordena um grupo disciplinado e motivado. “Nosso maior patrimônio é nossa tropa, principal responsável pelas conquistas alcançadas até agora”, destaca o major.

Em junho de 2016, um grupo de policiais da unidade resolveu desenvolver, na sede da Cipe, o projeto social ‘Caminhos do Vale’, que oferece aulas de artes marciais (jiu-jitsu e judô) para a garotada da comunidade. Hoje, a ação atende 90 jovens.


A Viação Novo Horizonte apresenta novos veículos para incrementar ainda mais a sua frota. Os ônibus de dois andares da Mercedes-Benz contam com 60 poltronas, sendo 12 leitos. DVD, TV, Ar Condicionado e Frigobar são alguns dos equipamentos disponíveis para os passageiros. Esta é a primeira vez que a Novo Horizonte adquire Double Decker da Marcopolo, sendo uma experiência que poderá render mais aquisições nos próximos anos.

Na tarde deste sábado (27) o blog do Anderson acompanhou a saída da frota que circulou pelas vias de Vitória da Conquista até chegar ao Estádio Municipal Lomanto Junior onde permanecerá estacionado para visitações dos milhares de pessoas que vão ao espetáculo de Roberto Carlos loco mais às 20h30.

Veja algumas fotos.

 


Programa visa conservar mais de 5 mil hectares em áreas protegidas | Foto: Reprodução

A região de Jacobina receberá o programa Floresta Legal – Programa de Conservação em Terras Privadas – com o objetivo de ampliar a proteção da Mata Atlântica e Caatinga do Estado da Bahia nos próximos quatro anos. O projeto, coordenado pelo Instituto Ynamata e pelo Instituto Água Boa, com parceria do Ministério Público da Bahia e apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, visa a criação de 50 novas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).

Pelo menos 5 mil hectares em áreas protegidas dentro de terras privadas devem ser contemplados. Além da Bahia, o programa deverá abranger áreas específicas em outros estados como Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. De acordo com o coordenador técnico do Programa, Eduardo Bruel Valente Rocha, os dois biomas têm grande diversidade de espécies, muitas delas também de distribuição restrita e exclusiva, além de ameaçadas.

O Corredor Central da Mata Atlântica, do sul da Bahia ao Espírito Santo, e a Chapada Diamantina, região de transição entre os dois biomas na região central da Bahia são áreas prioritárias para conservação desses ambientes.

Os corredores são áreas de extrema importância biológica e sua conservação garante a sobrevivência de espécies próprias da região. O Corredor Central da Mata Atlântica, por exemplo, é o habitat de diversas espécies ameaçadas de extinção. Esses terrenos estão nas mãos de particulares e o foco do Programa é criar engajamento e apoio para que eles atuem na conservação destes biomas. A iniciativa prioriza a conservação dos remanescentes da Mata Atlântica, bioma do qual restam menos de 14% de área original, por meio da conectividade destas áreas em possíveis corredores.

 


(Foto: Divulgação/Prefeitura de Mucugê)

O São João de Mucugê, na Chapada Diamantina, é um dos roteiros mais procurados do ano para quem gosta de um autêntico forró pé-de-serra. A programação oficial dos festejos nem foi divulgada ainda e os hotéis da cidade já estão com 100% de ocupação, segundo informações da Secretaria de Cultura, Turismo e Meio Ambiente da cidade. Este ano, o festejo será comemorado entre os dias 22 e 25 de junho na cidade. Cerca de cinco mil pessoas visitam a cidade no período do São João

“A procura é maior porque a festa consegue ser tradicional. Teremos alvorada, quadrilhas, sanfoneiros e outros. A partir do momento que modernizar [a festa], muita gente já não vem. A procura é porque o São João aqui é típico, temos quadrilhas, brincadeiras tradicionais como pau de fita e no dia que não tiver isso, a gente “mata” a festa”, garante o secretário de Turismo Euvaldo Ribeiro. Os preços dos pacotes dos hotéis variam entre R$ 2.500 e R$ 5 mil.

Mucugê é uma típica cidade do interior baiano que possui casas coloniais, com ruas arborizadas e praças floridas, que durante o São João, ganham decorações juninas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tem cerca de 10.500 mil habitantes nas zonas rural (5.454 mil) e urbana (5 mil).

Além do forró tradição, as pessoas que vão a cidade baiana têm a opção de fazer passeios turísticos em trilhas, parques e cachoeiras. A cidade fica cerca de 470 km de Salvador e a viagem pode durar cerca de seis horas para quem parte da capital baiana.

Mostrando a Bahia com informações do G1


Foto: Reprodução YouTube

Técnicos da Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb) analisaram, no último sábado (13), a possível existência de gás natural no município de Utinga, na Chapada Diamantina. O fato, que está próximo de se tornar realidade, está movimentando a região.

O foco são os dois poços de onde saíram labaredas na zona rural da cidade e deixaram o local convencidos de que o fenômeno tem o gás natural como causa.

O  município aguarda, agora, a chegada de especialistas enviados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), a quem cabe o veredito. A descoberta ocorreu semana passada, quando uma empresa perfurava poços artesianos e foi surpreendida pelas chamas.

Veja o vídeo da descoberta AQUI.

Mostrando a Bahia com informações do Correio 24h


Os moradores de 19 municípios do centro norte da Bahia não precisarão mais se deslocar da região onde moram para realizar serviços médicos especializados, com a construção do Policlínica Regional de Irecê. Neste sábado (29), o governador Rui Costa visitou a unidade, que já está com mais de 70% das obras construidas e recebe um investimento de R$ 22 milhões. O governador autorizou ainda a abertura da licitação para a construção da pista que dará acesso à policlínica e inaugurou uma escola de tempo integral.

Prevista para ser inaugurada em julho deste ano, a policlínica vai oferecer serviços em 18 especialidades médicas e exames de apoio ao diagnóstico. “Esta é uma transformação na saúde da Bahia com a regionalização da oferta de serviços públicos. Hoje a população de Irecê paga no particular ou precisa ir para Salvador para fazer exames como ressonância, tomografia e endoscopia. Todos esses exames serão feitos aqui na policlínica, que vai beneficiar todos os municípios da região. É esta a filosofia que estamos implantando”, destacou Rui.

O investimento beneficiará mais de 420 mil pessoas. Para o mecânico Claudinei Santos, a unidade vai mudar a vida dos moradores da região. “Não vamos precisar nos deslocar para outras cidades para receber atendimento de qualidade. É uma melhora muito grande para quem vive não apenas em Irecê, mas nas áreas próximas”, afirmou.

Estiveram presentes na visita ex e atuais prefeitos dos municípios que administrarão a unidade de saúde por meio de um consórcio de saúde, que garante que 60% do custeio seja rateado entre os participantes e os 40% restantes será bancado pelo Estado.

Já são nove os consórcios implantados no estado. Além de Irecê, as regiões de Santo Antônio de Jesus, Teixeira de Freitas, Jequié, Guanambi, Camaçari/Salvador, Feira de Santana, Valença e Alagoinhas já possuem consórcios de saúde. Estão com policlínicas em construção Teixeira de Freitas (67,62%), Jequié (70,56%) e Guanambi (57,45%). A meta é que, até 2018, mais de 5 milhões de baianos estejam sendo atendidos em policlínicas regionais.

Educação

Além dos investimentos na área de saúde, o governador inaugurou oficialmente a Escola Municipal José Francisco Nunes, no distrito de Itapicuru, em Irecê, onde estudam 263 alunos. Com quatro salas de aula, salas de informática, biblioteca, cantina e setor administrativo, os estudantes têm aulas de disciplinas como filosofia, inglês, música e horticultura.

“Essas atividades ajudam a melhorar a comunidade. A importância dessa obra na vida dessas crianças é enorme. Será certamente um diferencial na vida delas. A partir de maio, nós vamos funcionar em tempo integral, dando suporte para que esses jovens sigam um bom caminho e fiquem fora do mundo das drogas”, explicou a diretora da escola, Jucileide Pereira. Na unidade é oferecido ensino fundamental do 1º ao 6º ano.

Os secretários estaduais da Educação, Walter Pinheiro, e de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, e a senadora Lídice da Mata acompanharam o governador em Irecê.

Itaguaçu da Bahia

Neste sábado (29), Rui ainda inaugurou o sistema de abastecimento de água dos povoados de Lages, Várzea Grande, Riacho da Carnaúba e Tabatinga, no município de Itaguaçu da Bahia, no Vale do São Francisco. O governador também inaugurou a creche municipal Professora Ariane Marques de Souza e autorizou a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) a celebrar dois convênios no âmbito do Programa Bahia Produtiva.

Fonte: Secom/BA